IDZERO – versão beta

IDZERO as ideias e a realidade

Baraka

Aproveitando o momento em que o documentário Home, que retrata algum dos problemas da Terra, parece estar na moda o IDzero recupera um documentário de 1992: Baraka.

Baraka distingue-se dos restantes documentários do género por, entre outras coisas, não ter narrador. Uma sucessão de fortes e belas imagens acompanhadas por uma trilha sonora que conferem ainda mais poder ao que nos é apresentado. Este é Baraka.

Um documentário em que se aplica a velha máxima “palavras para quê?”.

Força, poder, fragilidade, beleza… Baraka é um devaneio de sensações.

O combate do mês

O diário i concebeu um pequeno videojogo de paródia ao combate do mês: José Vs Manuela.

Arranjem um parceiro e escolham quem querem ser e depois é só clicar aqui

A manela não foi processada

Esta é a foto recolhida no blog Fragmentos do Apocalipse do jornalista da TVI Carlos Enes

Manela não foi processado

Manela não foi processada

A moda das campanhas

Neste Setembro de 2009 o que está na moda em Portugal? A resposta uma só: as eleições. E qual o máximo esplendor de qualquer campanha em que todos parecem dizer nada? Os cartazes. O IDzero ía fazer o seu próprio cartaz eleitoral mas depois das pérolas que vimos em Portugal (de Norte a Sul) pensamos que nunca íriamos atingir um nível tão elevado como os que já estão nas ruas. De qualquer modo, se pensas que podes superar a realidade envia-nos o teu cartaz. E avisamos os candidatos: como este ano é ano de crise a malta não quer electrodomésticos, basta um chuveiro na praia.

Um voto por um chuveiro

Um voto por um chuveiro

O regresso

Com o regresso às aulas também regressa o IDzero. Depois de uma pausa de Verão, que serviu para apurar e refinar as ideias deste projecto, estamos de volta com o objectivo de em meados de Outubro deixarmos a versão Beta e apresentar-vos o IDzero versão 1.o .

Excusado será dizer – mas vamos dizer na mesma – que a equipa do IDzero pretende crescer e ter novos membros por isso se te queres juntar a este projecto não te acanhes e “salta a bordo!”.

O grito: uma nova explicação

O quadro “O grito”, do pintor, norueguês Edvard Munch é considerado a exemplicação perfeita de dois sentimentos: a angústia e o desespero.

Apesar de existerem várias versões desta pintura, que faz parte da série “The Frieze of Life” – O Friso da Vida – e que é considerada uma das obras máximas do expressionismo, as duas versões mais famosas encontram-se ambas em Oslo: uma na Galeria Nacional e a outra no Museu Edvard Munch.

Em 2004, “O Grito” exposto na Galeria Edvard Munch foi alvo de roubo, tendo durante o mesmo ficado seriamente danificada. Recuperado em 2006, começou, em 2007, o restauro de “O Grito” que trouxe com ele uma importante descoberta: esta versão não foi feita em 1893 – o ano após o qual Evard Munch sofreu uma angustiante experiência – mas sim em 1910.

Tudo isto vem a propósito do estudo”When The Sky Ran Red: The Story Behind The Scream” publicado em Fevereiro de 2004 na revista Sky & Telescope. Neste trabalho de investigação conduzido por 3 investigadores da Universidade do Texas, dois do Departamento de Física e um do Departamento de Inglês, Donald Olson, Russell Doescher e Marilynn Olson, é relacionada a paisagem que podemos observar no quadro com um cenário real que se pôde observar na Noruega: a cor do céu mudou subitamente devido à erupção do vulcão de Krakatoa. Mas porque nestas coisas é melhor ir directamente à fonte do que ler resumos pouco cuidados aqui fica o estudo:

When the sky Ran Red: The Story Behind The Scream

Acerta no ex-ministro

48 horas depois dos cornos já há o jogo. Tentem lá acertar com os cornos de Manuel Pinho em: Raging Minister .

Bom jogo!